É
tarde! Mas quero pedir desculpas por mim, pelas besteiras que fiz, pelos
momentos especiais que estraguei. Desculpas pela minha incapacidade de
expressar aquilo que é/foi muito maior que eu: o amor que senti por você. Acho
que era grande demais para ser expressado em palavras (e, muito mais
complicado, em ações).
É
tarde, eu sei. Mas eu tinha que tirar isso do peito para seguir adiante. Estar
preso a você durante estes últimos anos fez com que eu refletisse muito sobre
tudo. Em especial, sobre o amor que senti por você e o que tenho por mim.
Constatei que aquele sempre fora maior que este.
É
tarde, eu sei. É tarde para nós. Mas, como todo fim é sempre um novo começo, é
cedo! É cedo para você. E para mim. É cedo para recomeçarmos, reconstruirmos e
traçarmos os nossos próprios caminhos.
Acho
que é aqui que a vida nos separa, mais uma vez, (definitivamente... talvez
não). Mas esse, prometo, será o meu último adeus. Daqui, o destino assume.
É
tarde! Mas é também “tempo de pêssegos”.

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