2013
chega ao fim hoje, finalmente! Não sei para vocês, mas esse ano não foi muito
bom para mim – particularmente, 2010 tem sido, até então, insuperável por uma
série de razões. Então, estou mais feliz com o término de 2013 do que com a
chegada de 2014 – embora, em termos práticos, isso signifique a mesma coisa.
Não
farei aqui uma retrospectiva desse ano por duas razões: porque não vale a pena
lembrar todas as coisas negativas e também porque eu não me lembro dos fatos,
nem da sua precisa ordem cronológica.
Espero
que 2014 traga mais Amor. Para mim e para todos, porque isso é essencial. Mais
dinheiro é sempre bom. Principalmente para que eu possa pagar os débitos, que
surgiram de forma espontânea e inexplicável, como formigas atrás de doce, nesse
fim de ano. Se não for pedir demais, desejo filmes, músicas e livros melhores,
o esforço criativo em 2013 foi meio deficitário.
Desejo
ainda mais disposição, para que nós consigamos levantar da cama quentinha e
aguentar aquela aula chata na faculdade ou aqueles alunos insuportáveis, que
sempre se fazem presentes nas melhores turmas. Paciência é bônus, mas pode
colocar na lista também.
Esse
vai ser difícil. 2014 vai ter de entendê-lo como um desafio! Eu gostaria muito
de ver e sair mais com os meus amigos. Essa vida adulta recém-iniciada já está
me trazendo problemas, é quase uma odisseia conseguir conciliar agendas pra
sair. Então, 2014, por favor disponibilize mais tempo livre. Quero conversar
trivialidades com amigos, relembrar a infância, ler meus livros atrasados,
viajar e gozar do meu ócio nitidamente improdutivo.
Nessa
altura eu ia falar do art. 5º da CF/88 e outros dispositivos legais legais (não
digitei duas vezes por erro não), mas vou pular porque faculdade é só no ano
que vem! Ah, a propósito, 2014 poderia ter colocado minhas aulas pra depois...
Minus 1! Mas já que eu falei em faculdade, gostaria que as pessoas que compõem
a FDR fossem mais “de boa”, e parassem de discutir sobre tudo e qualquer coisa.
Mas esse é um pedido mais inútil que o do parágrafo anterior.
Eu
poderia encerrar o meu texto com aquela música clichê do John Lennon. Seria
clichê. Mas sempre encaixa bem! Não o farei. Mas é claro que o desejo de paz,
generosidade e compreensão ficam já subentendidos. Todo mundo deseja isso – ou
melhor, todo mundo escreve ou diz isso depois de falar “eu desejo...” – o que,
convenhamos, não é, na maioria das vezes, muito sincero. Mas fomos educados
assim, então, façamos assim! – Ah, só pra constar, o meu desejo é sincero.
Para
encerrar – o que eu deveria ter feito no parágrafo anterior – caso a minha
lista seja muito pretensiosa, 2014 pode substituir tudo por um pedido só!
DESEJO QUE todos nós sejamos mais felizes! Para que possamos dizer mais “life
is a beach” do que “life is a bitch”. Hahaha.
Feliz
Ano Novo! Beijos e abraços!
