Tuesday, December 31, 2013

Feliz Ano Novo!



                2013 chega ao fim hoje, finalmente! Não sei para vocês, mas esse ano não foi muito bom para mim – particularmente, 2010 tem sido, até então, insuperável por uma série de razões. Então, estou mais feliz com o término de 2013 do que com a chegada de 2014 – embora, em termos práticos, isso signifique a mesma coisa.
                Não farei aqui uma retrospectiva desse ano por duas razões: porque não vale a pena lembrar todas as coisas negativas e também porque eu não me lembro dos fatos, nem da sua precisa ordem cronológica.
                Espero que 2014 traga mais Amor. Para mim e para todos, porque isso é essencial. Mais dinheiro é sempre bom. Principalmente para que eu possa pagar os débitos, que surgiram de forma espontânea e inexplicável, como formigas atrás de doce, nesse fim de ano. Se não for pedir demais, desejo filmes, músicas e livros melhores, o esforço criativo em 2013 foi meio deficitário.
                Desejo ainda mais disposição, para que nós consigamos levantar da cama quentinha e aguentar aquela aula chata na faculdade ou aqueles alunos insuportáveis, que sempre se fazem presentes nas melhores turmas. Paciência é bônus, mas pode colocar na lista também.
                Esse vai ser difícil. 2014 vai ter de entendê-lo como um desafio! Eu gostaria muito de ver e sair mais com os meus amigos. Essa vida adulta recém-iniciada já está me trazendo problemas, é quase uma odisseia conseguir conciliar agendas pra sair. Então, 2014, por favor disponibilize mais tempo livre. Quero conversar trivialidades com amigos, relembrar a infância, ler meus livros atrasados, viajar e gozar do meu ócio nitidamente improdutivo.
                Nessa altura eu ia falar do art. 5º da CF/88 e outros dispositivos legais legais (não digitei duas vezes por erro não), mas vou pular porque faculdade é só no ano que vem! Ah, a propósito, 2014 poderia ter colocado minhas aulas pra depois... Minus 1! Mas já que eu falei em faculdade, gostaria que as pessoas que compõem a FDR fossem mais “de boa”, e parassem de discutir sobre tudo e qualquer coisa. Mas esse é um pedido mais inútil que o do parágrafo anterior.
                Eu poderia encerrar o meu texto com aquela música clichê do John Lennon. Seria clichê. Mas sempre encaixa bem! Não o farei. Mas é claro que o desejo de paz, generosidade e compreensão ficam já subentendidos. Todo mundo deseja isso – ou melhor, todo mundo escreve ou diz isso depois de falar “eu desejo...” – o que, convenhamos, não é, na maioria das vezes, muito sincero. Mas fomos educados assim, então, façamos assim! – Ah, só pra constar, o meu desejo é sincero.
                Para encerrar – o que eu deveria ter feito no parágrafo anterior – caso a minha lista seja muito pretensiosa, 2014 pode substituir tudo por um pedido só! DESEJO QUE todos nós sejamos mais felizes! Para que possamos dizer mais “life is a beach” do que “life is a bitch”. Hahaha.
                Feliz Ano Novo! Beijos e abraços!